segunda-feira, 26 de maio de 2014

Enlevo IV

Bruma, noite fria, cálidas
estrelas, me veem, tão altas
e as casas jazem simplórias
aqui a respirar o vento seco.

As palavras ganham tinta, os
sentidos é que faltam, coitados
dos versos que atravessam sem deixar
vestígios,  só restos...

O coração palpita, ganha alturas
move-se com velocidade, lonjuras
é frágil, coitado, sem regalias, sem
força nem monotonia, assume
o risco de viver a vida.

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