A matéria morta
Vida, pobre alma
agora escreve,
ajuda
anota, esboça,
desenrola
amola.
Seus versos são frívolos
são improfícuos,
sem dor
sem
amor,
num arder sem vigor
sem forma, anota a nota,
no fim da pagina
melhora,
relê e chora
seus versos
estao finos,
tão pobres, tão frios
sem vida, desatinos.
larga a pena, sai a rua
vê gente,
vê carro, vê predio
esquece as palavras
(elas porém não o esquecem)
voltam, vigorosas
esperam surdas,
sem nada a lhe oferecer.
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